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ABORTO - VISAO ÉTICO-CRISTÃ - PARTE I



ABORTO ? VISÃO ÉTICO-CRISTÃ ?
PARTE I O ABORTO é um tema para muitos polemico, intrigante e tem sido motivo de muitos debates, mesmo nos meios cristãos. Quando falamos em aborto devemos responder a algumas perguntas, tais como: é o feto um ser humano? Um ser humano que está em uma fase de desenvolvimento no ventre de uma mulher, pequeno e indefeso? Se a resposta for sim, então o aborto é uma das mais cruéis e monstruosas formas de assassinato, um holocausto que a cada dia adiciona milhares e milhares de vítimas por muitos paises do mundo onde é ou não legalizado. Caso a resposta a pergunta supracitada seja não, e o feto seja considerado apenas uma parte anômala no corpo da mulher, como um tumor, poderá ser descartado sem nem problema a qualquer tempo de seu desenvolvimento, não havendo sentido as leis ou a justiça se posicionarem sobre o assunto. Pensamos que o que a mulher traz dentro de seu útero é um ser, uma realidade objetiva ? sendo assim, não pode ser descartada por quem quer que seja- e ninguém tem o direito de mudar tal realidade, abreviando a vida desse ser, sem punição por tal crime. A ciência diz que aquilo que está no útero da mulher é um ser humano em desenvolvimento, até as crianças sabem disso, pois assim é que é ensinado nas escolas, então, ?dando nome aos bois?o aborto não passa de um assassínio. Breve história do aborto O aborto foi sempre muito perigoso, pelo que era raro e, quando se fazia, ou falhava ou matava mãe e filho. O resultado de tudo isto é que o infanticídio acabou por ser preferido ao aborto. A Igreja Católica condenava o aborto - o aborto aparece explicitamente condenado na primeira página de um escrito cristão do século I, o Didaké - mas os seus teólogos e moralistas discutiam diferentes graus de gravidade. Em geral, na Europa e na América, as leis civis seguiam a lei canônica. Que é o feto humano? a) Que é um feto? Que realidade é? É um objeto ou um sujeito? É uma coisa ou é alguém? É portador de direitos? É propriedade de alguém? Quem decide o seu futuro? b) O feto não pode ser uma coisa porque a sua natureza material e biológica o coloca entre os seres pertencentes à espécie humana. Ora, se não é uma coisa, no plano jurídico, o feto só pode ser um sujeito. (cf. Conselho Nacional de Bioética de Itália e C. Casini). c) As teorias funcionalistas afirmam que o valor da vida humana em geral, e em especial o da vida humana pré-natal, depende da capacidade das suas funções. Deste modo, a vida pré-natal não teria valor por não poder realizar nenhuma função social. O funcionalismo é legítimo quando se tem de distinguir entre diferentes modalidades de ação, mas não se pode aplicar a questões que dizem respeito ao ser e não ao agir. Por isso tem de ser refutado.


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