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Transformando a Mente



Sua Santidade, o Dalai-Lama neste livro através das ?Oito estrofes sobre a transformação da mente? (textos espirituais tibetanos), procura nos ensinar a cultivar sabedoria e compaixão na nossa vida. Os tópicos abordados por Ele são: estimular a compaixão, cultivar atitudes equilibradas consigo e com os outros, desenvolver modos de pensar positivos, transformar situações adversas em instrumentos para o desenvolvimento espiritual.
A base de toda esta transformação se baseia na transformação da mente através do treinamento, ou seja, implica em disciplina interior. O objetivo último de transformar nossos corações e mentes é encontrar a felicidade. Naturalmente que as experiências de felicidade e sofrimento são individuais. O desenvolvimento do exposto acima nos ajudaria, então a viver melhor.
Para se conseguir transformar nossos corações e mentes é necessário termos uma compreensão de como funcionam as emoções. ?Precisamos aprender a encontrar as facções contrárias em nossos conflitos interiores?, com o intuito de fortalecê-las.
A meditação do ponto de vista budista seria uma disciplina espiritual que permitiria algum nível de controle sobre nossos pensamentos e emoções.
O budismo acredita que nosso eu está em constante evolução rejeitando a noção de uma alma eterna e imutável.
O desejo de ser feliz é fundamental para todos nós. Para o budismo, o sofrimento que todos experimentamos em maior grau que a felicidade deriva do fato de modos falhos de percebermos a nós mesmos e aos outros. A perspectiva budista, portanto, vê de uma forma diferente da visão de outras religiões que seja:
- Todos os fenômenos complexos são impermanentes (contrastando com nossa visão ocidental de que tudo perdura)
- Todos os fenômenos contaminados são insatisfatórios (falsas percepções sobre a realidade)
- Todos os fenômenos são desprovidos de existência independente
- O nirvana é a verdadeira paz (insight do vazio de todas as coisas ou a verdadeira realidade).
Para desenvolver a compaixão, um elemento básico é aprofundar nossa percepção sobre a natureza do sofrimento. Para se conseguir isto, deve-se focalizar o sofrimento do outro em nos mesmos para compreendermos (temos mais facilidade de compreender o sofrimento quando temos a vivência interior do mesmo) para depois focalizar no outro. Esta é a natureza da compaixão.
Nas palavras do autor:
?A idéia de não-eu, ou seja, a negação da existência do eu, é comum a todas as escolas budistas. O motivo pelo qual tanta importância á atribuída ä rejeição do conceito de uma alma ou eu eterno nos ensinamentos budistas está na constatação de que grande parte da nossa confusão e do nosso sofrimento deriva de um falso sentido de identidade e, em especial, de uma crença em algum tipo de eu eterno provido de existência independente no cerne do nosso ser. Logo, um elemento indispensável do caminho que leva à superação de nossas aflições é a conscientização da não-existência de um eu desta natureza?.


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