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Homosexualidade na Igreja de Roma



A homossexualidade sempre sempre foi um grave problema para a Igreja; sempre o condenou e nunca compreendeu que o cristianismo romano com a sua misogenia, sua anti(hetero)sexualidade, e o seu "medo da mulher" (ginofobia) atribuindo a culpa de pecado original à pérfida Eva, tinha, e tem, todos os atributos para germinar uma psicologia homossexual passiva, combinado em geral com um excessivo companheirismo masculino.

Não há dúvida de que para a maioria do clero, incluindo muitos papas, a sua misogenia era mais teórica que prática e não restringia a nada o seu apetite heterossexual, mas para uma minoria bastante importante - mais entre o clero regular que entre o secular - a misogenia era tão obsessiva que levou à total recusa da mulher e à homossexualidade como único escape para a sua libido. Por isso, não é de estranhar que no medievo a homossexualidade em certos mosteiros e conventos fosse habitual; nos tempos mais recentes a prática se deslocou para seminários e escolas confessionais.

Nos últimos quarenta anos nada menos que 30 arcebispos e bispos foram destituídos por escândalos sexuais, na sua maioria relacionados com pederastia e pedofilia, e na última década houve milhares de acusações similares contra sacerdotes e frades nos E.U. e também as haverá na Europa.

Não haja dúvida que a Igreja de Roma está moribunda do próprio veneno que criou!


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