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ÉTICA



I. DEUS
Deus é substância primordial.Não se limita pela corporalidade, pois qualquer delimitação não lhe está sujeita e não se aplica à Divindade.Além de Deus não pode ser concebida qualquer outra substância, sendo absolutmente a causa primeira de tudo o que existe.Sua atuação se dá exclusivamente pelas leis de sua natureza e não é coagido por ninguém.Só Ele é causa livre. A onipotência de Deus existe em ato desde a eternidade, sendo que tais possibilidades são inesgotáveis, assim como inesgotáveis são a criatividade quedecorrem das infinitas concepções possíveis da criação Divina.
II. A NATUREZA E ORIGEM DA mente
A mente humana é uma parte do intelero infinito de Deus. As percepções e idéias da mente humana, são por assim, dizer percepções e idéias oriundas da pr´pria Divindade pois dos atriubutos da mente humana inferimos os atributos da mente de Deus.
III. A ORIGEM E NATUREZA DOS AFETOS
A concepção da adequação das idéias originadas na mente só é possível porque Deus é a essência da mente e por Ele criada.Idéias adequadas levam à alegria, e inadequadas à tristeza.Com relação aos afetos tem-se que o desejo constitui a essência do homem e moto de sua ação apresentando-se de diversas formas de acordo com a reação daquele que sente com relação a pessoas, coisas e circunstâncias.
IV. A SERVIDÃO HUMANA OU A FORÇA DOS AFETOS
O ser conduzido pela razão é a maior das virtudes, pois permite ao homem ser conduzido por aquilo que concorda, ao máximo com a sua nayureza de ser pensante. A medida que caminhamos no plenp conhecimento da razão como nosso guia, a inteligência (que é nossa melhor parte) ficará satisfeita perseverando nessa satisfação pelo que o verdadeiro é que nos trará plena satisfação.
V. A POTÊNCIA DO INTELECTO OU A LIBERDADE HUMANA
A necessária potência da razão é conduzir-nos à liberdade sendo que os desejos e apetites que surgem de inadequação das idéias levam á perpetração de atos contrários à verdadeira liberdade, sendo que afetos ou desejos que podem ser considerados viciosos quando inadequados se tranformam em virtudes em um homem que se conduz segundo os ditames da razão. Desta maneira, desejos e apetites são paixões à medida que provêm de idéias inadequadas, enquanto os mesmos desejos são considerados virtuosos quando suscitados ou gerados por idéias adequadas.
CONCLUSÃO
Desse breve estudo concluímos que o valor do sábio em muito supera o ignorante, pois conciente de si mesmo, de Deus e das coisas não tem o ânimo abalado e jamais deixa de ser, desfrutando da verdadeira satisfação. Não é um caminho fácil, uma vez que tudo o que é precioso é tão difícil como raro.


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