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Manifesto Comunista



Depois de 150 anos o eco continua a ressoar. "Os homens fazem sua própria História, mas não a fazem como querem; não a fazem sob circunstâncias de sua escolha e sim sob aquelas com que se defrontam diretamente, ligadas e transmitidas pelo passado a tradição de todas as gerações mortas oprime como um pesadelo o cérebro dos vivos.". (O 18 Brumário de Luís Bonaparte. Karl Marx) Cento e cinqüenta anos se passaram e mais do que nunca os ecos daquele magistral panfleto de 1848 ressoa no ar mais forte que qualquer bomba nuclear: TRABALHADORES, UNI-VOS. Em tempos de crise cíclica onde as bolsas medem como termômetros o congelante vácuo que os capitais especulativos deixam ao sair do país para serem queimados em outras partes mais seguras do globo (se der para haver algum lugar seguro nestes tempos de crise) não há coisa mais prazerosa do que revisitar o velho Karl Marx e Friedrich Engels. Os fantasma voltam a rondar por sobre a cabeça da burguesia assassina. E o manifesto escrito a 150 anos atrás, fere mortalmente, teimosamente os ouvidos daqueles que declararam, proclamaram unilateralmente o fim da História. E é nesta hora que tanto os economistas das elites dominantes, quanto os das esquerdas que querem ser alternativa de poder, saem atrás de fórmulas mágicas que nada resolvem. E é, exatamente nesta hora, que se resgatam as verdadeiras lutas daqueles que tudo fizeram para construir a riqueza material do mundo, e hoje (mais de 300 anos de implantação do regime liberal) ainda nada possuem, além da sua força de trabalho: estamos nos referindo a classe trabalhadora, o proletariado. E é por isso que este pequeno livro, na verdade como já dissemos um panfleto, genial, com 150 anos deve ser lido atenciosamente, resgatado. Assim, fica o convite para que todos nós comprometidos com a classe trabalhadora, conscientes que a luta de classe não pode ser abolida por decretos idiotas, ou por palavra vazias de tantos outros idiotas, para lermos o MANIFESTO COMUNISTA, que em 1998 está fazendo 150 anos. Escrito em 1848 por Karl Marx e Friedrich Engels. Aqueles que tiverem o interesse de o lerem ou relerem procure-me, o faremos juntos, pois será a homenagem mais singela que poderemos fazer a esses dois cavaleiros do proletariado internacional. Para encerrar vejamos uma parte do discurso que Engels proferiu no enterro do velho amigo: "...Marx, por isso, era o homem mais odiado e mais caluniado de seu tempo. Os governos, tanto os absolutistas como os republicanos, o expulsavam. Os burgueses, tanto os conservadores como os ultra-democratas¬, competiam em lançar difamações contra ele. Marx punha de lado tudo isso como se fossem teias de aranha, não fazia caso; só respondia quando isso era exigido por uma necessidade imperiosa. E morreu venerado, querido, pran¬teado por milhões de operários da causa revolucionária, co¬mo ele, espalhados por toda a Europa e a América, desde as minas da Sibéria até a Califórnia. E posso atrever-me a dizer que se pôde ter muitos adversários, teve somente um inimigo pessoal. Seu nome viverá através dos séculos, e com ele a sua obra."


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