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Quando o Estranho se Faz Reconhecido




Quando o estranho se faz reconhecido...! Na verdade, não existe estranhos dentre este grande universo divino! Quando se perfaz o momento certo, fazemo-nos reconhecer este ou aquele que encontramos, esbarramos, tropeçamos, se fazendo aí a descoberta daquele ou daquela da ocasião...! Muito ou quase sempre, colocamos na "mão do acaso"...E o que será o acaso...Não coloco a interrogação para possibilitar a reflexão na sua forma mais intrínseca, que é o buscar no Universo o que aquele momento trouxe-nos da descoberta. E só se pode realmente fazer o reconhecimento, aqueles que estão com o coração aberto e a visão desembaçada, ou seja, vendo com os olhos da alma! Quando encontramos alguém e um sutíl e profundo rasgo de reconhecimento é sinalizado, algo de étereo fica no ar...!Não há estranhos. Somos uma família mundial em processo de auto-reconhecimento - "Um estranho é apenas alguém com quem você se sente estranho. Quanto mais confortável você estiver consigo na presença das pessoas, tanto mais os estranhos parecem velhos amigos"Todavia, existe um grande paradoxo no encontro o qual o desencontro é o seu lado paradoxal...! Tantas e quantas vezes, após o reconhecimento nos vemos face a face com o inexplicãvel vetor que nos carrega para o outro lado e nos faz refém da ignorância e do desconforto na presença daqueles que nos pareciam tão próximos e amigos de "long time"...! Daqueles que visceralmente, considerávamos unidos para sempre, sem possibilidade alguma de perdê-los de vista e de coração... A imagem se empana.. É o verdadeiro paradoxo da natureza humana que se realiza nos encontros e desencontros do cotidiano é que torna a vida parecer tão complexa e difícil de ser vivida! É a dualidade que mora dentro de nós...a insatisação visceral da busca insatisfeita, o acordar fugaz para o novo daquele ou daquela para o "completar", que só o nosso Criador é sabedor. As vezes somos tragicamente incapazes de receber ou reconhecer com o coração aberto, uma pessoa enquanto ela está viva e este grande paradoxo é que frequentemente só experimentamos a presença, na ausência, como já dizia Joni Mitchell: você só sentiu falta d''agua, quando o poço secou... e enquanto a pessoa estava conosco, fomos incapazes de estar suficientemente presentes, para recebê-la...! As nossas verdadeiras proezas nesta vida e nesse viver é estar na busca eterna e consciente de que é preciso evoluir para atingir um grau de visão profunda, façanha esta que nos faz realmente humanos e capazes de exercer e enxergar o princípio e o fim da nossa passagem por aqui.


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