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Espírito Lúdico



Brincadeira também é coisa séria. No trabalho nada vence o esforço, a não ser a diversão criativa.

 Uma sociedade de autômatos não é capaz de criar nada de novo.

 Embora existam muitos incentivos à criatividade, um dos mais importantes costuma ser esquecido: O poder da Brincadeira _ O que fazemos para nos divertir, pelo simples prazer de vencer os desafios.

 A teoria da repressão baseia-se numa série de dicotomias: Trabalho versus brincadeira, realização vesus prazer, esforço versus diversão. Um fenômeno mundial surgido da brincadeira de entusiastas foi o vôlei de praia. Oportunidades espontâneas e improváveis podem abrir caminhos inesperados para a fortuna.

 A inovação exige um espírito diferente. A brincadeira não é matéria-prima de jogos somente. É também a essência da arte, da ciência e do ritual; não é o oposto do trabalho nem da seriedade, pois pode abarcar ambos.

 Os artistas da Renascença inventaram novas regras e novos jogos: truques de perspectiva e luz, estruturas de ritmo e rima, convenções de drama e metáfora; resultando criações fantásticas.

 O espírito de brincadeira nos leva a experimentar,  a tentar novas combinações. Precisamos aprender, desafiar-nos, inventar novos modelos.

 A brincadeira é o impulso sem o objetivo pratico do qual nascem descobertas praticas. O progresso de uma civilização depende de indivíduos especiais que, por tentativa e erro, tornam-se fonte do progresso.

 Numa sociedade prospera, mais pessoas esperam encontrar prazer no trabalho e não somente dinheiro.  



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