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Aristóteles e a arte da aprendizagem



Aristóteles em seu discurso sobre a Arte Poética nos faz refletir sobre a importância da natureza da arte, seja a da música, a da poesia, a da dança, a da pintura, a do teatro, enfim, de qualquer arte a ser composta pelo homem através do seu espírito criador. A essas diferenças das artes (ou de cada gênero) ele refere-se à imitação. Para ele a arte imita a pessoa em ação, podendo ser necessariamente baseada ?no vício ou na virtude a distinção do caráter? (I). Segundo ele ?Essas diversidades podem ocorrer igualmente na arte da dança, na da flauta ou da cítara; bem assim no que tange à prosa e na poesia não musicalidade? (II). Cada arte tem o seu próprio gênero, a que Horácio chamou de tom. Para Aristóteles a diferença inicialmente reside em meios (condições ou recursos), objetos (a qual convergem ações, emoções ou pensamentos) e maneira (forma de agir, fazer ou se comportar) (V). Toda criação humana se dá através da imitação, prova disso está quando adquirimos os nossos primeiros conhecimentos. ?Todos tem prazer em imitar? isso se dá através da contemplação de imagens. Na imitação, sugere Aristóteles, está o verbo aprender, que, não somente é agradável aos filósofos, mas também aos demais homens. É, pois, através da imitação que reproduzimos as coisas, ora parecidas ou iguais aos modelos a que nos são disponibilizados. Aprender, tanto através do conhecimento ou da prática, tende ao homem á natureza da imitação.      

Análise simples acerca da Arte Poética de Aristóteles Capítulos I ao IV 

 




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