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Acidentes históricos - O Naufrágio do Titanic



Acidentes históricos - O Naufrágio do Titanic

Depois da Arca de Noé, foi a embarcação mais famosa do planeta. Orgulho da Marinha mercantil britânica, foi construído pelos estaleiros de Harland e Wolff, de Belfast, Irlanda do Norte. Suas dimensões eram gigantescas para a época (1912) 256 metros de comprimento e 53 de altura, 27 de largura máxima. Deslocava mais de 46 mil toneladas e suas 3 máquinas eram capazes de produzir 50 mil HPs. Pouco depois do meio dia de 4ª feira, 10 de abril de 1912, o vapor iniciou sua viagem inaugural e final, do porto inglês de Southampton para NYC. Os conveses superiores estavam cheios de gente rica e famosa. Não menos que 57 milionários haviam reservado passagem, pois esse seria o grande acontecimento da temporada social. Mais abaixo havia emigrantes pobres, que viajavam em condições inferiores. O Titanic era tido como insubmergível. Fez a escala em Cheburgo na França e em Queentown, Irlanda e em 11 de abril apontou a proa para N. York levando á bordo 2201 pessoas: 1316 passageiros e 885 tripulantes e ainda 200 milhões de dólares em diamantes de Beers, exemplar de valor inestimado e jóias diversas. Varava o atlântico a 32 nós sob o comando seguro do capitão El Smith, mantendo-se em tal velocidade a despeito da presença de Icebergs no caminho. Pouco depois das 11h 40 min de 14 de abril foi avisado a respeito de gelo á frente, foi dado o comando de virar a estibordo e a sala de máquinas recebeu a ordem de a ré toda. Se tivesse abalroado no iceberg de frente, talvez escapasse, mas com a manobra, a ponta aguçada rasgou a blindagem numa extensão de quase 100 metros. O impacto foi tão suave que muitos á bordo não acreditaram que acontecera algo mais grave. No andar superior a orquestra tocava para homens em traje á rigor e senhoras cobertas de peles. Todos rindo, mas de repente, as pessoas se transformaram em animais selvagens, lutando para conseguir lugar nos escaleres. A radiotelegrafia não conseguiu salvar o Titanic de seu trágico fim. Embora avisado por outro navio da existência de Icebergs, o capitão Smith parece ter ignorado e seguiu a rota. As 2h e 20 minutos da manhã o navio desapareceu com um melancólico silvo de vapor. O rugido das máquinas podia ser ouvido a milhas de distância e gritos de homens e mulheres que se debatiam no mar, os últimos acordes da orquestra que executava um hino religioso. O número de vítimas foi estimado em torno de 1500. Entre as baixas milionárias ficaram JJ Astor, negociante de peles, Benjamin Guggeheim, proprietário da loja Macy?s de NYC. O presidente da empresa proprietária do navio sobreviveu e foi criticado por não ter perecido á bordo. O capitão morreu, afundou com o navio. Há quase um século o que restou jaz nas águas gélidas do Atlântico, nas proximidades da Terra Nova, no Canadá.

Baseado em dados de um artigo de Seleções


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